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UNIMED MARINGÁ: Dia mundial do doador de sangue reforça importância do gesto

14/06/2018

Nos meses mais frios do ano é comum que o número de doadores de sangue caia cerca de 30%. Porém, a quantidade de pacientes que precisam de doações para cirurgias nos hospitais de Maringá e cidades vizinhas continua a mesma. Para manter o estoque, só o Hemocentro Regional de Maringá precisa fazer diariamente de 45 a 50 coletas, mas nas últimas semanas tiveram dias que apenas 23 pessoas doaram. 

Além do frio, dias chuvosos e o período de férias escolares influenciam o número de doações, o que pode levar a falta de estoque e, em alguns casos, até acarretar o cancelamento de cirurgias e procedimentos nos hospitais. Pacientes que fazem quimioterapia, por exemplo, caso não recebam o suporte de transfusão, podem não resistir ao tratamento.

Por meio de uma única doação é possível ajudar até quatro vidas, por isso, a fim de homenagear os doadores e conscientizar os não-doadores sobre a importância do gesto, a Organização Mundial da Saúde (OMS) criou, em 2014, o Dia Mundial do Doador de Sangue, que é celebrado anualmente em 14 de junho. 

Para doar sangue é preciso ter entre 16 e 69 anos, pesar mais de 50 quilos, estar alimentado, descansado e em boas condições de saúde. De acordo com o médico da família da Unimed Maringá, Juliano Yoshizawa, é importante que o doador tenha dormido pelo menos seis horas e esteja alimentado para evitar mal-estar ou queda de pressão. “É importante também evitar alimentos gordurosos pelo menos quatro horas antes da coleta”, destaca. 

O médico lembra que na doação de sangue se leva em conta ambos os envolvidos, tanto o doador como o receptor, por isso, pessoas que possam apresentar consequências para própria saúde estão impedidas de doar. “É o caso de pessoas anêmicas, com doenças cardíacas, que pesam menos de 50 quilos, mulheres grávidas ou lactantes”. 

Segundo Yoshizawa, também não devem ser doadores pessoas cujo sangue possa provocar consequência para quem recebe. “Neste caso estão impedidas pessoas com hepatite, AIDS, sífilis, que tenham múltiplos parceiros sexuais ou são usuários de drogas endovenosas, assim como pessoas que usam medicamentos que possam provocar consequências em fetos ou qualquer pessoa que não esteja em perfeita condição de saúde”, explica.

Imprensa Unimed Maringá