Newsletter
Notícias

Dia Mundial da Reciclagem: TRF1 investe na coleta seletiva à cooperativa Recicle a Vida

17/05/2019

Nesta sexta-feira, dia 17 de maio, é celebrado o Dia Mundial da Reciclagem. A data foi instituída pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) como marco e convite para a reflexão sobre os impactos que nosso estilo de vida causa ao planeta e às pessoas. Seguindo essa direção, o TRF 1ª Região, mediante seu Plano de Logística Sustentável (PLS), tem envidado esforços para fomentar, em suas dependências, a cultura da reciclagem de seus resíduos sólidos.

Segundo a coordenadora do Grupo Executivo I (GE I) do PLS, Irani Pierre de Araújo Ribeiro, entre diversas ações implementadas pelo GE I, responsável pelo uso eficiente de insumos e materiais e pela gestão dos resíduos e deslocamentos, foram montadas “Ilhas de Coleta Seletiva” com lixeiras, já existentes desde 2008 no TRF1, separadas pelas cores indicando o destino correto de cada material descartado. Com as cestas, é possível a separação de resíduos de forma prática e mais eficiente.

“A coleta seletiva do TRF é destinada à cooperativa Recicle a Vida, instituição que, por meio de convênio com o Tribunal, recebe nossos resíduos e faz o tratamento ambientalmente adequado para que esse insumo retorne à cadeia produtiva, gerando mudança de vida para muitas pessoas que tiveram suas vidas impactadas de maneira positiva por aquela instituição”, explicou a servidora que em visita à cooperativa, na última quarta-feira, dia 15, localizada em Ceilândia/DF, conheceu de perto o trabalho realizado no local.

A ‘Recicle a Vida’ atende a aproximadamente 70 famílias que trabalham diretamente nas atividades de seleção, limpeza e moagem dos resíduos (plásticos, vidro, papel e metal). Indiretamente, a entidade recebe resíduos de inúmeros coletores independentes da Região Administrativa onde está alocada a instituição.

Para o presidente da ‘Recicle a Vida’, Cleusimar Andrade, o material recebido não é tratado como lixo, e sim como fonte de renda destinada à sobrevivência dos cooperados. “As pessoas que aqui trabalham dependem exclusivamente daquilo que as pessoas jogam fora, daquilo que elas não querem em casa e descartam. É assim que sobrevivemos”.

“Então, o que eu peço é para as pessoas terem a consciência de que o meio ambiente é muito importante. Se você colocar tudo em um lixo convencional, provocará grande degradação ao meio ambiente e, além do que, você retira o dinheiro que poderia sustentar uma família”, alertou o presidente.

Carlete Raimunda de Souza, uma das cooperadas, destacou que o trabalho exercido por ela na ‘Recicle a Vida’ trouxe dignidade para sua família. “Eu nunca tinha trabalhado. E agora eu tenho orgulho de ser catadora, é um serviço digno, e com ele eu pago minhas contas, posso cuidar dos meus filhos direitinho. Enfim, eu tiro todo o sustento da minha filha daqui”, finalizou Carlete.

 

Justiça em Foco